1. (IFB 2017) No final do século XIX, Friedrich Ratzel definiu a Geografia como ciência humana, embora na prática tenha tratado como ciência natural. Considerou a influência que as condições naturais exercem sobre a humanidade como objeto de estudo da disciplina, dando origem ao “Determinismo Geográfico”. Já no início do século XX Paul Vidal de la Blache passou a criticar o método puramente descritivo e a defender que a Geografia se preocupasse com a relação homem-meio, posicionando os seres humanos como agentes que sofrem influência da natureza, mas que também agem sobre ela, transformando-a. Ele inaugurava uma contraposição ao “Determinismo”, uma corrente teórica conhecida como “Possibilismo”.
A) Geografia Crítica;
2. (AMEOSC) Leia a descrição e responda o que se pede: No século XIX, a Geografia tradicional se fundamenta em pressupostos como descrição, enumeração e classificação. A Geografia se fundamenta como uma ciência de contato entre o domínio da natureza e o da humanidade. Verifica-se que o homem não está inserido nos estudos geográficos como indivíduo, apenas através de dados numéricos como estudo populacional, sem uma visão social, mas como um elemento da paisagem. Esta descrição demonstra uma das grandes influências epistemológicas presentes em diversas concepções científicas deste momento histórico, assim como na geografia, que se refere a (ao):
3. (FUNDATEC) Analise abaixo as características da Geografia Tradicional apresentadas pelos Parâmetros Curriculares de Geografia (PCNs):
II. O aluno deve assumir o papel de receptáculo passivo das informações transmitidas.
III. A prática de ensino desconsidera a diversidade cognitiva dos alunos.
Quais estão corretas?
A) Apenas I.
4. (CETREDE) “Era um estudo dos lugares, uma busca da individualidade destes, esta proposta se assentava na arraigada perspectiva religiosa desse autor. Para ele, a ciência era uma forma de relação entre o homem e o criador, uma tentativa de aprimoramento das ações humanas, assim uma aproximação à divindade”. (MORAES, A. C. R. Geografia – Pequena história crítica. São Paulo: Hucitec, 2003.)
A) Geografia Crítica, com cientistas franceses questionando as relações capitalistas.

0 Comentários