1. (Unesp) O resultado da discussão política e a aprovação da antecipação da maioridade de D. Pedro II representou:
a) o pleno congraçamento de todas as forças políticas da época.
b) a vitória parlamentar do bloco partidário liberal.
c) a trama bem-sucedida do grupo conservador que fundara a Sociedade Promotora da Maioridade.
d) a anulação da ordem escravista que prevalecia sobre os interesses particulares.
e) a debandada do grupo político liderado por um proprietário rural republicano.


2. (Unaerp) Assinale a alternativa incorreta:
a) O Clube da Maioridade tinha como objetivo lutar, junto à Assembleia Nacional, pela antecipação da maioridade de Pedro de Alcântara.
b) Os principais representantes do Clube da Maioridade eram os irmãos Martin Francisco e Antônio Carlos de Andrada e Silva.
c) O Clube da Maioridade teve o apoio das classes dominantes e uniu políticos progressistas e parte dos regressistas.
d) Em 1840, a Assembleia Nacional aprovou a tese da Maioridade e Pedro Alcântara apesar de seus 15 anos incompletos, foi considerado apto para assumir a chefia do Estado Brasileiro.
e) O Clube da Maioridade, permitiu que D. Pedro assumisse o poder no dia 20 de dezembro de 1840, marcando o início do Primeiro Reinado.


3. (Uece) "O período regencial foi um dos mais agitados da história política do país e também um dos mais importantes. Naqueles anos, esteve em jogo a unidade territorial do Brasil, e o centro do debate político foi dominado pelos temas da centralização ou descentralização do poder, do grau de autonomia das províncias e da organização das Forças Armadas."
(FAUSTO, Boris. HISTÓRIA DO BRASIL. 2 ed. São Paulo: EDUSP, 1995. p. 161.)
Sobre as várias revoltas nas províncias durante o período da Regência, podemos afirmar corretamente que:
a) eram levantes republicanos em sua maioria, que conseguiam sempre empolgar a população pobre e os escravos.
b) a principal delas foi a Revolução Farroupilha, acontecida nas províncias do nordeste, que pretendia o retorno do Imperador D. Pedro I.
c) podem ser vistas como respostas à política centralizadora do Império, que restringia a autonomia financeira e administrativa das províncias.
d) em sua maioria, eram revoltas lideradas pelos grandes proprietários de terras e exigiam uma posição mais forte e centralizadora do governo imperial.


4. (Mackenzie) Do ponto de vista político podemos considerar o período regencial como:
a) uma época conturbada politicamente, embora sem lutas separatistas que comprometessem a unidade do país.
b) um período em que as reivindicações populares, como direito de voto, abolição da escravidão e descentralização política foram amplamente atendidas.
c) uma transição para o regime republicano que se instalou no país a partir de 1840.
d) uma fase extremamente agitada com crises e revoltas em várias províncias, geradas pelas contradições das elites, classe média e camadas populares.
e) uma etapa marcada pela estabilidade política, já que a oposição ao imperador Pedro I aproximou os vários segmentos sociais, facilitando as alianças na regência.


5. (Fuvest) O período regencial foi politicamente marcado pela aprovação do Ato Adicional que:
a) criou o Conselho de Estado.
b) implantou a Guarda Nacional.
c) transformou a Regência Trina em Regência Una.
d) extinguiu as Assembleias Legislativas Provinciais.
e) eliminou a vitaliciedade do Senado.


6. (Cesgranrio) O período regencial brasileiro (1831/1840) foi marcado por revoltas em quase todas as províncias do Império, em meio às lutas políticas entre os membros da classe dominante. Uma das tentativas de superação desses conflitos foi a aprovação, pelo Parlamento, do Ato Adicional de 1834, que se caracterizava por:
a) substituir a Regência Una pela Regência Trina.
b) fortalecer o Legislativo e o Judiciário.
c) conceder menor autonomia às Províncias.
d) extinguir os Conselhos Provinciais.
e) estimular o desenvolvimento econômico regional.


7. (Faap) Movimento que pretendia proclamar a República Baiense, que deveria existir durante a menoridade de D. Pedro. Com a maioridade, seria abolida a República e a Bahia integrar-se-ia ao Império - 1837.
a) Farroupilha
b) Balaiada
c) Sabinada
d) Cabanagem
e) Revolta Praieira


8. (Cesgranrio) "O período regencial que se iniciou em 1831 teve no Ato Adicional de 1834 um alento de abertura e um ensaio de um regime menos centralizado. Para os monarquistas conservadores, a Regência foi uma 'verdadeira' república, que mostrou sua ineficiência. Tal período é caracterizado como sendo de CRISE."
Segundo o texto, pode-se dizer que a crise ocorreu porque:
a) a descentralização era um desejo antigo dos conservadores.
b) a centralização "encarnava" bem o espírito republicano.
c) a partilha do poder não se coadunava com o espírito republicano.
d) a descentralização provocou a reação dos meios conservadores.
e) a descentralização se opunha aos princípios liberais.


9. (Ufrs) Entre as medidas liberais determinadas pelo Ato Adicional de 1834, encontra-se a
a) instituição do poder Moderador.
b) convocação de Assembleia Constituinte para elaboração de novo projeto constitucional.
c) eleição de uma Regência Trina Provisória em substituição ao Imperador Pedro I.
d) criação de Assembleias Legislativas Provinciais.
e) extensão do voto para todos os brasileiros.


10. (Unirio) O período regencial (1831 -1840) foi marcado, na história do Império brasileiro, por grave instabilidade política, como se observa no(a):
a) reforço da política centralizadora que permitiu o fim das rebeliões provinciais.
b) envolvimento do Império em confronto com os países platinos.
c) caráter restaurador de diversas revoluções como a Farroupilha.
d) vitória do movimento regressista, que levou à revisão do Ato Adicional. 
e) oposição dos setores liberais às reformas implantadas pelo Ato Adicional.


11. (Pucmg) Com a abdicação de D. Pedro I, o Brasil entra no período denominado regencial (1831/40), caracterizado por, EXCETO:
a) intensa agitação social, expressa nas rebeliões ocorridas em vários pontos do país.
b) diminuição da interferência britânica na economia no pós-1827, época do término dos tratados comerciais de 1810.
c) fortalecimento do poder político dos senhores de terra, com a criação da Guarda Nacional.
d) dificuldades econômicas geradas pela ausência de um produto agrícola de exportação.
e) agravamento da crise financeira com a utilização de recursos em campanhas militares desvantajosas, como a Guerra da Cisplatina.


12. (Uff) Por ser o herdeiro de menor idade, a abdicação de D. Pedro I, em 1831, resultou na formação de governos regenciais que, até 1840, enfrentaram inúmeras dificuldades para manter a integridade territorial do Império. Entre as várias rebeliões irrompidas nas províncias, a ocorrida no Maranhão notabilizou-se pela diversidade social dos insurgentes, entre os quais não faltaram escravos a quilombolas.
A revolta mencionada denomina-se:
a) Cabanagem
b) Balaiada
c) Farroupilha
d) Revolta dos Malês
e) Praieira


13. (Ufmg) Os governos regenciais no Brasil (1831-1840) se caracterizaram por
a) buscar a afirmação do poder político central para satisfazer os exaltados.
b) fortalecer o poder político do Imperador, ao promover o Golpe da Maioridade.
c) promover a descentralização, o que gerou diversas revoltas regionais.
d) satisfazer o desejo dos moderados, que buscavam a restauração da monarquia.


14. (Fuvest) A descentralização política do Brasil, no período regencial, resultou em:
a) deslocamento das atividades econômicas para a região centro-sul, através de medidas de favorecimento tributário.
b) ampla autonomia das províncias, de acordo com um modelo que veio a ser adotado, mais tarde, pela Constituição de 1891.
c) revoluções e movimentos sediciosos, que exigiam um modelo centralizador, em benefício das várias regiões do país.
d) revoluções e movimentos sediciosos, exigindo que o futuro D. Pedro II assumisse o trono para reduzir a influência do chamado "partido português".
e) autonomia relativa das províncias, favorecendo o poder das elites regionais mais significativas.


15. (Uel) "...valorizava-se novamente o município, que fora esquecido e manietado durante quase dois séculos. Resultava a nova lei na entrega aos senhores rurais de um poderoso instrumento de impunidade criminal, a cuja sombra renascem os bandos armados restaurando o caudilhismo territorial (...). O conhecimento de todos os crimes, mesmo os de responsabilidade (...), pertencia à exclusiva competência do Juiz de Paz. Este saía da eleição popular, competindo-lhe ainda todas as funções policiais e judiciárias: expedições de mandatos de busca e sequestro, concessão de fianças, prisão de pessoas, ..."
Em relação ao período regencial brasileiro, o texto refere-se
a) ao Ato Adicional.
b) à Lei de Interpretação.
c) ao Código de Processo Criminal.
d) à criação da Guarda Nacional.
e) à instituição do Conselhos de Províncias.


GABARITO


1. (Cesgranrio) A instabilidade política foi a marca mais significativa do período regencial na história do império brasileiro, quando estava em disputa a definição do modelo político do país, como sugere o(a):
a) projeto liberal da regência eletiva e da maior autonomia das Províncias assegurada pelo Ato Adicional.
b) rebelião nas províncias do norte, como a Cabanagem e a Balaiada, reflexo do apoio das oligarquias locais à política conservadora das Regências.
c) força do movimento restaurador, já que a monarquia era vista pelos liberais como a garantia da continuidade das estruturas econômicas como a escravidão.
d) estratégia da elite em mobilizar as camadas populares para pressionar por reformas sociais prometidas desde a Independência.
e) preponderância da burocracia do Conselho de Estado no comando do governo.


2. (Uel) Por ocasião da renúncia de D. Pedro I, 1831, conforme o estabelecido na Constituição de 1824, organizaram-se Governos Regenciais. O período de transição regencial caracterizou-se
a) pelo ato Adicional de 1834, que aboliu o voto censitário.
b) pelo banimento da Família Imperial e rebeliões.
c) pela instabilidade política e agitações sociais.
d) pelo superávit crescente na balança comercial.
e) pela desativação da poderosa Guarda Nacional.


3. (Ufpb) Sobre as insurreições ocorridas durante o Período Regencial e o II Reinado, relacione o movimento social à esquerda com sua característica à direita.
(1) Praieira
(2) Balaiada
(3) Sabinada
(4) Farroupilha
(5) Cabanagem
(__) Rebelião iniciada em 1835 na província do Grão-Pará, que levou as camadas populares ao poder.
(__) Revolta ocorrida na Bahia em 1837, com predominância das camadas médias urbanas de Salvador.
(__) Revolta de sertanejos (vaqueiros e camponeses) e negros escravos, que abalou o Maranhão de 1838 e 1841.
(__) A mais longa revolta da história do Império brasileiro, ocorrida no Rio Grande do Sul, de 1835 a 1845.

O preenchimento dos parênteses está sequenciadamente correto em:
a) 1, 3, 4, 2
b) 2, 1, 4, 5
c) 5, 3, 2, 4
d) 3, 4, 1, 2
e) 1, 2, 3, 4


4. (Ufv) "Nas Revoltas subsequentes à abdicação, o que aparecia era o desencadeamento das paixões, dos instintos grosseiros da escória da população; era a luta da barbaridade contra os princípios regulares, as conveniências e necessidades da civilização. Em 1842, pelo contrário, o que se via à frente do movimento era a flor da sociedade brasileira, tudo que as províncias contavam de mais honroso e eminente em ilustração, em moralidade e riqueza."
(TIMANDRO. "O libelo do povo", 1849) 
O texto anterior estabelece uma comparação entre a composição social das rebeliões do início do período regencial e da revolução liberal de 1842. Essa visão refletia as distorções do ponto de vista da elite senhorial escravista ao julgar os movimentos populares. Historicamente, a CABANAGEM e a
BALAIADA são consideradas:
a) grandes revoltas de escravos, liberadas por Zumbi dos Palmares.
b) revoltas contra a dominação da metrópole portuguesa, no contexto da crise do antigo sistema colonial.
c) revoltas de proprietários brancos, contrários à centralização política em torno da pessoa do Imperador.
d) conflitos raciais e de classe, envolvendo índios, vaqueiros, negros livres e escravos.
e) rebeliões sociais que, com o apoio dos militares, pretendiam a proclamação da república e o fim da monarquia.


5. (Uel) No governo do regente Araújo Lima (1837-1840) foi aprovada a Lei de Interpretação ao Ato Adicional. Esta lei
a) modificava alguns pontos centrais da Constituição vigente, extinguindo o Conselho de Estado, mas conservando o Poder Moderador e a vitaliciedade do Senado.
b) buscava a centralização como forma de enfrentar os levantes provinciais que ameaçavam a ordem estabelecida, limitando os poderes das Assembleias Legislativas Provinciais.
c) criava o Município Neutro do Rio de Janeiro, território independente da Província, como sede da administração central, propiciando a centralização política.
d) revelava o caráter liberal dos Regentes, suspendendo o exercício do Poder Moderador pelo governo, eixo da centralização política no Primeiro Reinado.
e) restabelecia os poderes legislativos dos Conselhos Municipais, colocando nas mãos dos conselheiros o direito de governar as Províncias.


6. (Unifesp) No Brasil independente, os seis anos que separam o Ato Adicional (1834) da Maioridade (1840) foram chamados de "experiência republicana", devido
a) ao caráter das revoltas intituladas Cabanagem, Balaiada e Sabinada.
b) aos primeiros anos da revolução Farroupilha no Rio Grande do Sul.
c) à força do Partido Republicano na Câmara dos Deputados.
d) à extinção da monarquia durante a menoridade de D. Pedro II.
e) às Assembleias Legislativas Provinciais e à eleição do Regente Uno.


7. (Ufu) Durante o período das Regências e início do Segundo Reinado, diversas rebeliões colocaram em risco a estabilidade política do Império e as relações de dominação existentes. A respeito dessas rebeliões podemos afirmar que
I - a Guerra dos Farrapos foi um movimento que pretendia a independência do Rio Grande do Sul, organizado pelos produtores de gado e charqueadores, contando com uma pequena base popular de apoio.
II - a prolongada rebelião de escravos na Bahia em 1835 (Levante Malê), que pretendia a independência da Bahia, espalhou-se por diversos estados nordestinos, recebendo a adesão dos sertanejos e exigindo auxílio de tropas de estados vizinhos para sufocá-la.
III - submetidos à escravidão e/ou intensa exploração, índios, negros e mestiços se revoltaram contra os grandes proprietários no Maranhão entre 1838 e 1841 (Balaiada), implantando uma efêmera república inspirada nos ideais do socialismo utópico, difundido pelos jornalistas e padres que lideravam o movimento.
IV - o "Manifesto ao Mundo", programa político da Revolução Praieira, propunha, entre outros itens, voto livre e universal, plena liberdade de imprensa, trabalho como garantia de vida para o cidadão brasileiro, inteira e efetiva independência dos poderes constituídos.
Assinale a alternativa correta. 
a) II e III são corretas.
b) I e IV são corretas.
c) I e II são corretas.
d) III e IV são corretas.


8. (Ufrs) Associe as afirmações apresentadas na coluna superior com os movimentos sociais ocorridos na primeira metade do século XIX referidos na coluna inferior.
1 - Cabanada
2 - Sabinada
3 - Cabanagem
4 - Balaiada
(__) Foi uma revolta de caráter antiregencial e federalista, contando com o apoio das camadas médias e baixas da sociedade, que queriam manter a Bahia independente até a Maioridade de Dom Pedro II.
(__) Iniciou como um movimento da elite paraense contra a centralização política. Transformou-se numa rebelião popular de índios e camponeses que chegou a tomar o poder durante quase um ano.
(__) Foi um movimento popular de caráter restaurador ocorrido em Pernambuco e Alagoas. Os revoltosos defendiam o retorno de Dom Pedro I e eram favoráveis à recolonização do Brasil.
A sequência correta de preenchimento dos parênteses de cima para baixo é
a) 1 - 2 - 4.
b) 1 - 3 - 4.
c) 4 - 1 - 2.
d) 4 - 2 - 1.
e) 2 - 3 - 1.


9. (Puc-rio) Para muitos brasileiros que vivenciaram o período regencial (1831-1840), aquele foi um tempo de impasses, mudanças e rebeliões. Sobre esse período, é correto afirmar que:
I - a renúncia inesperada do Imperador D. Pedro I levou à nomeação de uma regência trina e à implantação, em caráter provisório, de um governo republicano.
II - a antecipação da maioridade de D. Pedro II, em 1840, garantiu o restabelecimento da ordem monárquica e a pacificação de todas as revoltas que ameaçavam a integridade territorial do Império.
III - houve uma série de revoltas envolvendo desde elementos das tropas regulares até escravos, destacando-se, entre elas, a Farroupilha, a Cabanagem e a Revolta dos Malês.
IV - a ausência provisória da autoridade monárquica estimulou a proliferação de projetos políticos destinados à reorganização do Estado imperial.
Assinale a alternativa:
a) se somente as afirmativas I e II estiverem corretas.
b) se somente a afirmativa I estiver correta.
c) se somente as afirmativas II, III e IV estiverem corretas.
d) se somente as afirmativas III e IV estiverem corretas.
e) se todas as afirmativas estiverem corretas.


10. (Ufc) Entre os eventos do período regencial (1831-1840), podemos citar:
a) a criação da Guarda Nacional, que garantiu a unidade do território brasileiro.
b) a extinção do poder moderador, que garantiu a democratização no cenário político nacional.
c) a Reforma Constitucional de 1834, que criou as Assembleias Provinciais com autonomia política.
d) a ameaça à centralização do poder e à unidade territorial do Brasil.
e) a eclosão de movimentos sociais, como a Guerra dos Farrapos e a Sabinada, favoráveis à volta de D. Pedro I. 


11. (Pucrs) Responder à questão sobre os grupos políticos no Império (período regencial), numerando a coluna II de acordo com a coluna I.
COLUNA I
1. Farroupilhas
2. Chimangos
3. Caramurus

COLUNA II
(__) Grupo composto basicamente por burocratas, comerciantes e proprietários cafeeiros do Centro-Sul. Defendiam o retorno de D. Pedro ao trono brasileiro.
(__) Defendiam a manutenção da ordem através de um governo centralizado, opondo-se às reformas sociais e econômicas, mas admitiam alterações na Carta de 1824.
(__) Defendiam reformas mais profundas, tais como a extensão do direito de voto e a autonomia das províncias.
(__) Representavam parcelas da aristocracia agrária e também eram conhecidos como liberais moderados.
Relacionando-se a coluna da esquerda com a coluna da direita, obtêm-se de cima para baixo, os números na sequência:
a) 2, 1, 3, 2
b) 3, 2, 1, 2
c) 3, 1, 2, 1
d) 1, 2, 3, 2
e) 3, 2, 1, 1


12. (Ufal) Durante o Período Regencial, desenvolveram-se movimentos políticos que colocaram em risco a unidade nacional e ocorreu o primeiro ensaio de organização partidária. A intensa agitação social que caracterizou alguns movimentos relacionou-se com
a) o caráter antidemocrático das reformas pretendidas pelos jurujubas.
b) a opressão e a miséria das camadas populares marginalizadas social e politicamente.
c) o pânico gerado pelos Caramurus, contrários à volta de D. Pedro I ao poder imperial.
d) a efetiva integração econômica das diversas províncias do império brasileiro.
e) as aspirações das camadas urbanas, favoráveis ao centralismo político-administrativo.


13. (Ufv) Das afirmativas abaixo, referentes ao Período Regencial no Brasil, assinale a CORRETA:
a) Ocorreram vários movimentos e revoltas que não se enquadravam em um único propósito, pois cada um resultava de realidades regionais específicas e de grupos sociais distintos.
b) A unidade política e territorial deste período visou à superação da crise econômica que se arrastava desde o período colonial, tendo como consequência o abandono da vocação agrícola brasileira.
c) O período regencial foi um dos mais agitados da história política brasileira até então, durante o qual surgiram vários partidos políticos que representavam os setores sociais revoltosos.
d) A ausência de instabilidade política neste período, devia-se ao rigor das políticas regenciais diante do federalismo e da centralização administrativa.
e) O liberalismo, marca do período regencial, incentivou a participação popular e, ao mesmo tempo, fortaleceu o poder das oligarquias sulistas e nortistas.


14. (Fgv) A abdicação de D. Pedro I em 1831 deu início ao chamado período regencial, sobre o qual se pode afirmar:
I. As elites nacionais reformaram o aparato institucional de modo a estabelecer maior descentralização política.
II. Foi um período convulsionado por revoltas, entre elas, a Farroupilha e a Sabinada.
III. D. Pedro II sucedeu ao pai e impôs, logo ao assumir o trono, reformas no regime escravista.
IV. O exercício do Poder Moderador pelos regentes e pelo Exército conferia estabilidade ao regime.
As afirmativas corretas são: 
a) l e ll.
b) I, lI e llI.
c) l e llI.
d) II, lll e lV.
e) II e lV.


15. (Fatec) O período da História do Brasil entre 1831 e 1840, conhecido como período regencial e cujas datas correspondem respectivamente à abdicação e à maioridade de D. Pedro II, tem como um de seus traços marcantes
a) a constante luta das correntes liberais contra o sistema escravista e a monarquia.
b) a perda da influência da economia inglesa sobre o Brasil, devido à crise da produção algodoeira no Egito e na Índia.
c) o aumento do comércio de produtos primários de exportação, superando a crise do Primeiro Reinado.
d) o rompimento definitivo dos laços com Portugal, em virtude da ascensão dos liberais ao poder.
e) a instabilidade política e social, decorrente de numerosos movimentos revolucionários.


GABARITO

1. (Pucmg) O período regencial no Brasil (1830-1840) foi um dos mais agitados da história política do país. Foram questões centrais do debate político que marcaram esse período, EXCETO:
a) a questão do grau de autonomia das províncias.
b) a preocupação com a unidade territorial brasileira.
c) os temas da centralização e descentralização do poder.
d) o acirramento das discussões sobre o processo abolicionista.


2. (Ufsm) O Período Regencial no Império brasileiro (1831-1840) caracterizou-se pelo governo exercido por representantes do Poder Legislativo que promoveram
a) uma estabilidade política fundamentada no centralismo e na ampliação das atribuições do poder Moderador.
b) a criação da Guarda Nacional em 1831, composta por tropas de confiança e controlada, principalmente, pelos grandes fazendeiros, que receberam o posto de comando e o título de coronéis.
c) a mudança da Constituição de 1824 através do Ato Adicional de 1834, no qual a Regência Una passaria a ser Trina e o poder municipal se restringiria ao Executivo.
d) a criação das faculdades de Direito de São Paulo, de Olinda/ Recife e de Porto Alegre, com o fim de formar uma classe política nacional diferenciada das influências recebidas nas universidades portuguesas.
e) o surgimento de movimentos armados, que contestavam a legalidade do governo regencial, como a Revolução Pernambucana, a Cabanagem e a Revolução Farroupilha.


3. (Pucpr) O período Regencial da História do Brasil durou de 1831 a 1840. Sobre o mesmo, pode-se afirmar corretamente que:
a) O Governo Regencial não estava previsto no texto da constituição e foi uma improvisação política, necessária devido à renúncia de D. Pedro I.
b) Das guerras civis que eclodiram no período, a Cabanagem foi a que mais teve a participação das elites regionais.
c) Apresentou grande instabilidade política, nele ocorrendo o perigo de fragmentação territorial, decorrente das várias guerras civis.
d) Durante o período foi alterada a constituição, o que permitiu a substituição da forma unitária do Estado pela forma denominada federação.
e) A criação da Guarda Nacional para a manutenção da ordem pública foi obra do Regente Uno Pedro de Araújo Lima.


4. (Uff) O Período Regencial, compreendido entre 1831 e 1840, foi marcado por grande instabilidade, causada pela disputa entre os grupos políticos para o controle do Império e também por inúmeras revoltas, que assumiram características bem distintas entre si. Em 1838, eclodiu, no Maranhão, a Balaiada, somente derrotada três anos depois. Pode-se dizer que esse movimento:
a) contou com a participação de segmentos sertanejos - vaqueiros, pequenos proprietários e artesãos - opondo-se aos bem-te-vis, em luta com os negros escravos rebelados, que buscavam nos cabanos apoio aos seus anseios de liberdade.
b) foi de revolta das classes populares contra os proprietários. Opôs os balaios (sertanejos) aos grandes senhores de terras em aliança com escravos e negociantes.
c) foi, inicialmente, o resultado das lutas internas da Província, opondo cabanos (conservadores) a bem-te-vis (liberais), aprofundadas pela luta dos segmentos sertanejos liderados por Manuel Francisco dos Anjos, e pela insurreição de escravos, sob a liderança do Negro Cosme, dando características populares ao movimento.
d) lutou pela extinção da escravidão no Maranhão, pela instituição da República e pelo controle dos sertanejos sobre o comércio da carne verde e da farinha - então monopólio dos bem-te-vis -, sendo o seu caráter multiclassista a razão fundamental de sua fragilidade.
e) sofreu a repressão empreendida pelo futuro Duque de Caxias, que não distinguiu os diversos segmentos envolvidos na Balaiada, ampliando a anistia decretada pelo governo imperial, em 1840, aos balaios e aos negros de Cosme, demonstrando a vontade do Império de reintegrar, na vida da província, todos os que haviam participado do movimento.


5. (Pucpr) A unidade territorial brasileira foi posta à prova no Período Regencial com revoltas armadas, tais como:
a) Balaiada, Revolução Praieira, Revolta da Cisplatina.
b) Guerra dos Farrapos, Balaiada, Sabinada.
c) Revolução Praieira, Confederação do Equador, Sabinada.
d) Noite das Garrafadas, Balaiada, Revolta da Armada.
e) Guerra dos Emboabas, Revolução Praieira, Balaiada.


6. (Utfpr) Dom Bertrand de Orleans e Bragança, de 75 anos, trineto de D. Pedro II e bisneto da princesa Isabel se pronunciou recentemente, por meio da mídia, defendendo que a melhor solução no âmbito da política interna seria o retorno do regime monárquico. Com base nesse enunciado, assinale qual foi a forma de governo adotado no Brasil entre o primeiro e o segundo reinado, período compreendido entre 1831 e 1840.
a) Regime Republicano.
b) Regime Parlamentarista.
c) Regime Regencial.
d) Regime Segregacionista.
e) Regime Democrático.


7. (Upe-ssa) Rio de Janeiro, 1831. Com cerca de mil habitantes, a capital do Império era um grande caldeirão político e social em ebulição. A chamada Revolução de 7 de abril forçara a abdicação do primeiro imperador e instituíra uma regência trina para governar a nação até a maioridade de Pedro II.
BASILE, Marcello. “Revolta e cidadania na corte regencial”. In: http://www.scielo.br/pdf/tem/v11n22/v11n22a03
No contexto apontado, a arena política brasileira encontrava-se dividida entre três grupos, que disputavam o poder e os cargos públicos com interesses bastante distintos. Eram eles, respectivamente:
a) unitaristas, maragatos e jacobinos.
b) liberais, militares e conservadores.
c) socialistas, federalistas e anarquistas.
d) liberais moderados, liberais exaltados e caramurus.
e) comerciantes, proprietários de escravos e militares.


8. (Uece) Entre abril de 1831 e julho de 1840, durante o período em que o príncipe herdeiro, Pedro de Alcântara, foi menor de idade, o Brasil esteve sob comando de regentes. As quatro regências (duas trinas e duas unas) se seguiram durante nove anos que marcaram a nossa história no século XIX.
Sobre esse período, é correto afirmar que
a) ocorreram avanços sociais inegáveis, como a abolição da escravatura e a concessão do direito ao voto para os analfabetos, contudo ambos foram revogados com a chegada de D. Pedro II ao trono.
b) foi um período de grande agitação social e política no qual ocorreram revoltas de escravos, como a dos Malês, em Salvador e revoltas separatistas como a Cabanagem, no Pará, a Sabinada, na Bahia e a Farroupilha, no Rio Grande do Sul e Santa Catarina.
c) foi um período de grande paz interna, o que proporcionou um desenvolvimento econômico e social sem precedentes, isso foi o que garantiu a D. Pedro II um governo longevo de 49 anos que só acabou com sua morte em 1889.
d) durante esses anos o país expandiu seu território, tendo anexado a Província Cisplatina e o estado do Acre, definindo assim suas atuais fronteiras e sua posição de maior país da América do Sul.


9. (Ifba) O Período Regencial é considerado como um dos mais agitados da História do Brasil. A Independência ainda era recente e os debates acerca do grau de autonomia das Províncias eram muito presentes.
Sobre esse contexto e as revoltas dele decorrentes, marque V para Verdadeiro e F para Falso. Em seguida, assinale a alternativa que representa a sequência correta:
(__) O grupo político dos liberais exaltados defendiam, dentre outras ideias, uma maior autonomia das Províncias.
(__) A Revolta dos Malês, que ocorreu em Salvador, 1835, demonstrou às elites o poder de contestação de africanos e escravos, desencadeando no aumento da repressão aos revoltosos.
(__) A Sabinada e a Cabanagem foram exemplos dos poucos movimentos ocorridos no Brasil durante a Regência. As demais Províncias vivenciaram esse período sem conflitos.
(__) Nesse período, o chamado Ato Adicional estabeleceu a criação das Assembleias Provinciais e da Regência Una, eletiva e temporária.
(__) A Farroupilha, que durou cerca de 10 anos, foi um movimento do período regencial que resultou na Independência do Rio Grande do Sul e sua união com o Uruguai.
A sequência correta é:
a) V, V, F, V, F.
b) V, F, F, V, V.
c) F, V, F, V, V.
d) F, F, F, V, V.
e) V, V, F, F, F.


10. (Unicamp) O escritor José de Alencar relata como ocorriam as reuniões do Clube da Maioridade, realizadas na casa de seu pai em 1840. Discutia-se nessas ocasiões a antecipação da maioridade do imperador D. Pedro II, então com apenas 14 anos, para que ele pudesse assumir o trono antes do tempo determinado pela Constituição. No fim da vida, José de Alencar rememora os episódios de sua infância e chega a uma surpreendente conclusão: os políticos que frequentavam sua casa na ocasião iam lá não porque estavam pensando no futuro do país, mas apenas para devorar tabletes e bombons de chocolate. Conforme o relato do escritor, os membros do Clube da Maioridade, discutindo altos assuntos na sala de sua casa, pareciam realmente gente séria e preocupada com os destinos do Brasil, até que chegava a hora do chocolate.
Para Alencar, a discussão política no Brasil se resumia a um “devorar de chocolate”, isto é, cada um defendia apenas seus interesses particulares e nada mais.
Adaptado de Daniel Pinha Silva, “O império do chocolate”, em http://www.revistadehistoria.com.br/secao/leituras/o-imperio-do-chocolate. Acessado em: 01/08/2016.
Sobre o Golpe da Maioridade e a visão de José de Alencar a esse respeito, é correto afirmar que:
a) O golpe foi uma manobra das elites políticas, que criaram uma forma de alterar a Constituição e contemplar os seus interesses durante o período regencial, fato criticado por Alencar ao fazer uma anedota com o chocolate.
b) Ao entregar o poder a um jovem de 14 anos, alegando ser maior de 18, os políticos do Império manifestavam uma ousada visão política para evitar a influência da Inglaterra nos assuntos brasileiros, preservando seus interesses como donos de escravos. 
c) O golpe foi uma resposta dos conservadores às propostas liberais que pretendiam estabelecer a República no país, e Alencar apontou uma prática política dos parlamentares que é recorrente na história do país.
d) José de Alencar expressou sua decepção com os políticos e, ao registrar sua visão sobre o Clube da Maioridade, o escritor contribuiu para inibir procedimentos semelhantes durante o Império, assegurando uma transição pacífica e legal para a República, em 1889.


11. (Fgv) Sobre a regência do paulista Diogo Antônio Feijó, entre 1835 e 1837, é correto afirmar que
a) o regente conseguiu vencer a eleição devido ao apoio recebido dos produtores de algodão do Nordeste, classe emergente nos anos 1830, o que possibilitou o combate às rebeliões regenciais e o início do processo de centralização político-administrativa.
b) o apoio inicial que Feijó recebeu de todas as forças políticas do Império foi, progressivamente, sendo corroído porque o regente eleito mostrou simpatia pelo projeto político da Balaiada, que defendia uma Monarquia baseada no voto universal.
c) a opção de Feijó em negociar com os farroupilhas e com a liderança popular da Cabanagem provocou forte reação dos grupos mais conservadores, especialmente do Partido Conservador, que organizaram a queda de Feijó por meio de um golpe de Estado.
d) o isolamento político do regente Feijó, que provocou a sua renúncia do mandato, relacionou-se com a sua incapacidade de conter as rebeliões que se espalhavam por várias províncias do Império e com a vitória eleitoral do grupo regressista.
e) as condições econômicas brasileiras foram se deteriorando durante a década de 1830 e provocaram um forte desgaste da regência de Feijó, que renunciou ao cargo depois de um acordo para uma reforma constitucional.


12. (Mackenzie) (…) no segundo ano do governo de Araújo Lima aumentaram as disputas políticas no Congresso. (…) por lá os ânimos estavam divididos. A saída veio rápida, e inesperada, a despeito de não ser de todo inusitada. O único consenso possível foi antecipar a maioridade política do menino Pedro, que na época contava apenas catorze anos. (…). Por isso preparou-se um golpe, o golpe da maioridade, e o maior ritual público que o Brasil já conheceu.
Lilia M. Schwarcz e Heloísa M. Starling. Brasil: Uma biografia. São Paulo: Companhia das Letras, 2015, p. 266.
Assinale a alternativa correta que contenha o contexto em que ocorreu o golpe a que o texto se refere.
a) A antecipação da maioridade do imperador demonstrou a incapacidade política das elites brasileiras, reunidas no partido conservador, em gerenciar o país; daí a necessidade de recorrer à figura de D. Pedro, ainda menino, para solucionar o problema.
b) O golpe da maioridade foi a resposta dos Conservadores às reformas promovidas pelos Liberais, o que reforçou o clima de instabilidade política vivida no país e acentuou a crise política, só superada, por sua vez, com a proclamação da República.
c) Diante das várias rebeliões regenciais, dos projetos republicanos e da radicalização da situação, reforçou-se uma saída simbólica, sustentada em um regime monárquico de governo, em que só o monarca poderia garantir a unidade nacional.
d) Diante das pressões políticas, da crise econômica e das insatisfações sociais, a maioridade de D. Pedro foi a saída encontrada pela família imperial, à revelia do Congresso, para se manter a unidade nacional e o poder das elites agrárias nacionais.
e) Venerado pelas camadas populares, D. Pedro II usou de sua popularidade para angariar apoio à sua ascensão ao poder, mesmo que, para isso, tenha mergulhado o país em uma instabilidade política que só seria superada com a Lei Áurea.


13. (Espcex) Pedro I abdicou do trono, em 1831, em favor de seu filho Pedro de Alcântara, iniciando-se no Brasil o Período Regencial. A partir de 1840 e durante todo o período imperial, a vida política do País passou a ser dominada pelos
a) liberais e conservadores. 
b) conservadores e socialistas.
c) liberais e republicanos.
d) comunistas e republicanos.
e) liberais e anarquistas.


14. (Uefs) Em 1835, a Regência Una foi assumida por Diogo Feijó. Foi eleito em votação apertada, com pouco mais da metade dos votos, numa demonstração clara de que enfrentaria grande oposição em seu governo. Logo explodiram rebeliões em várias províncias, alguma reivindicando mais poder, outras com objetivos separatistas e até mesmo tendência republicana. Todas com maior ou menor mobilização popular.
VAINFAS, Ronaldo ET AL. História. São Paulo: Saraiva, v. 2, 2010, p. 207.
No clima de rebeliões do período descrito no texto, as maiores mobilizações populares ocorreram
a) na Cabanagem do Grão-Pará, na Balaiada do Maranhão e nos Malês, na Bahia.
b) na guerra da Cisplatina, no quilombo dos Palmares e na guerra de independência na Bahia.
c) na Revolução Pernambucana de 1817, na Confederação do Equador e na guerra dos Mascates.
d) na campanha da Maioridade, na pressão pela abdicação de D. Pedro I e na declaração de guerra do Brasil ao Paraguai.
e) em todas as províncias do Sul e do Sudeste, onde prevalecia a maioria da população rural, carente de atendimento por parte dos setores governamentais.


15. (Puccamp) Violências sociais abundaram no período regencial, momento em que eclodiram rebeliões populares que foram duramente reprimidas, caso da
a) Guerra de Canudos, que implicou a resistência armada, na Bahia, de milhares de famílias em torno do líder religioso Antonio Conselheiro, resultando em grande massacre.
b) Farroupilha, conflito iniciado no Rio Grande do Sul, que durou cerca de dez anos e foi motivado pela revolta contra a política de impostos vigente e por anseios separatistas de parte da elite.
c) Sabinada, originada no Maranhão, em regiões paupérrimas de cultivo de algodão e protagonizada por trabalhadores livres e escravos, que contaram com apoio de parte da elite local.
d) Guerra dos Palmares, conflito desencadeado pela repressão aos quilombolas liderados por Zumbi dos Palmares, com apoio de pequenos agricultores da região de Alagoas.
e) Revolta da Chibata, que mobilizou um grande contingente de escravos revoltados contra os maus tratos e a prática das chicotadas em praça pública, na cidade do Rio de Janeiro.


GABARITO