1. (FGV 2024) Nação
e Estado são duas realidades distintas e inconfundíveis. E essa distinção tem
absoluta importância no estudo da gestão pública.
Relacione os conceitos abaixo com suas
respectivas definições.
1. Nação
2. Estado
3. População
4. Povo
( ) coletividade
de indivíduos que compartilham um território específico e que estão unidos por
laços sociais, culturais, históricos e, muitas vezes, políticos.
( ) órgão
executor da soberania nacional e criação da vontade humana.
( ) conjunto
heterogêneo dos habitantes de um país, sem exclusão dos estrangeiros, dos
apátridas e dos súditos coloniais.
( ) conjunto
homogêneo de pessoas ligadas entre si por vínculos permanentes de sangue,
idioma, religião, cultura e ideais.
Assinale a opção que indica a relação correta,
na ordem apresentada.
Alternativas
A) 1
– 3 – 2 – 4.
B) 1
– 4 – 2 – 3.
C) 4
– 2 – 3 – 1.
D) 2
– 4 – 3 – 1.
E) 4
– 3 – 2 – 1.
2. (INSTITUTO CONSULPLAN 2024) Em
um estudo sobre os conceitos de território, país, Estado e nação, um estudante
observou que:
• O país Y possui fronteiras definidas e
reconhecidas internacionalmente;
• No país Y há um grupo de pessoas com uma
identidade cultural comum, incluindo língua e tradições; e
• O governo de Y é reconhecido e exerce
soberania sobre a população e o território.
Considerando essa análise, assinale a
alternativa que define corretamente os conceitos apresentados.
A) O
país Y é apenas um território com fronteiras definidas e uma identidade
cultural, sem características de nação ou Estado.
B) O
país Y possui um território e um Estado, mas não uma nação, pois a identidade
cultural não é relevante para a definição de Estado.
C) O
país Y é uma nação, pois possui uma população com identidade cultural comum,
mas não pode ser considerado um Estado, pois a soberania é exercida apenas
internamente.
D) O
país Y pode ser considerado um Estado, pois possui um governo soberano, um
território definido e uma população com identidade cultural, que também
constitui uma nação.
3. (UECE 2020) Leia
atentamente o seguinte excerto:
"[...] a existência de país supõe um
território. Mas a existência de uma nação nem sempre é acompanhada da posse de
um território e nem sempre supõe a existência de um Estado. Pode-se falar,
portanto, de territorialidade sem Estado, mas é praticamente impossível nos
referirmos a um Estado sem território.
SANTOS, Milton; SILVEIRA, Maria Laura. O
Brasil: território e sociedade do século XXI. Rio de Janeiro: Record, 2001, p.
19.
Das palavras dos autores, é correto deduzir
que
A) Território
é imprescindível à existência de um Estado.
B) Nação,
Estado e Território são categorias mutuamente excludentes.
C) não
existe Nação sem Estado.
D) as
fronteiras delimitam os Territórios, mas não os Estados.
4. (UNIOESTE) Considere
este conceito geográfico:
O território é uma porção do espaço geográfico
definida a partir de relações de poder, tal como acontece nos territórios
nacionais, delimitados por fronteiras.
TERRA, L.; ARAUJO, R.; GUIMARÃES, R. B.
Conexões: estudos de geografia geral e do Brasil. 3ª ed. São Paulo: Moderna,
2016.
Assinale a notícia que NÃO se adequa à
discussão sobre território.
A) A
Rússia afirmou ter impedido o avanço ucraniano na região oeste de Bryansk; a
cidade é localizada a 240 km de Kursk, invadida pelas forças da Ucrânia no
início do mês. (...) Conforme o governo russo, o exército ucraniano tentou
atacar a usina nuclear da região, o que fez com que a Agência Internacional de
Energia Atômica fosse acionada. (Portal R7, Record News, 22/08/2024)
B) Autoridades
de China e Filipinas trocaram acusações nesta segunda-feira, 19, sobre a
colisão de dois navios no disputado Mar do Sul da China. (...) A China
reivindica a soberania sobre quase todas as ilhas do Mar da China Meridional,
que formam um arquipélago de centenas de ilhotas no Oceano Pacífico. (...)
Enquanto isso, as Filipinas, que também reivindicam a soberania sobre a região,
passaram a se referir a esta parte asiática do oceano Pacífico como de Mar das
Filipinas do Oeste, visando se opor ao nome que sugere a hegemonia chinesa.
(Revista VEJA, 19/08/2024)
C) O
Morro dos Macacos, em Vila Isabel, está sob o domínio do TCP (...). Já o Morro
São João, em Engenho Novo, é comandado pela facção rival (...). Há anos, o CV
tenta dominar o Morro dos Macacos, principalmente porque a comunidade é
estratégica (...) e fundamental para a criação de um “cinturão do tráfico” no
Rio, que interligaria as comunidades da Tijuca que já são do Comando Vermelho.
(Jornal O GLOBO, 19/08/2024)
D) Será
que nós não é ser humano? Será que é só o fazendeiro rico?” O questionamento do
rezador guarani kaiowá Tito Vilhalva, de 106 anos, sintetiza o sentimento do
povo Garuani Kaiowá em Mato Grosso do Sul. (...) Seu Tito pôde retornar a
Guyraroká, declarada como Terra Indígena, mas aguarda a homologação da área há
mais de 15 anos, o que causa uma constante insegurança a ele e sua família.
(ISA, Instituto Sociomabiental, 16/08/2024)
E) “Como
brigar com uma história que é onde fica a memória de um povo?”. A pergunta é o
fio condutor do livro “Morro do Dragão”, segunda obra escrita e ilustrada pelo
designer Renato Cafuzo (...). O livro explora a importância da oralidade e o
aprendizado entre gerações e povos, começando com a imagem icônica de um homem
mais velho, negro, tomando café encostado no portão de sua casa, uma cena
familiar para muitos que vivem em favelas e subúrbios. (ALMA PRETA, 18/08/2024)

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